Transporte público só tem criminoso: sindicalistas ficha-suja, máfia de pseudo-empresários, governadores corruptos

Sempre que o assunto é transporte público, além da péssima qualidade, surgem manchetes deflagrando a corrupção explícita. O sindicato dos motoristas são liderados por fichas-sujas (enriquecimento ilícito sendo a acusação mais leve) e nem mesmo eles se entendem. Todo mundo quer um pedaço do bolo e as eleições viram motivo de guerra com acusações mútuas.

As licitações são sempre manipuladas e beneficiam um grupo de pseudo-empresários. São pseudo-empresários porque eu não chamo eles de empresários. São sim parentes de políticos ou pessoas com rabo preso com políticos. Só ganham alguma coisa na vida pois vivem da corrupção e jogo de influências.

Os governadores fazem vistas grossas e deixam tudo acontecer. Ou como diria o Lula: “não sei de nada”.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-07-11/tumulto-adia-eleicoes-em-sindicato-dos-motoristas-de-onibus-em-sao-paulo.html

Sedex sofre roubo a cada 9 horas. Quem paga esta conta é o empresário novamente.

Já não á a primeira vez que ouço sobre algumas áreas de risco para entrega de Sedex, mas eu não imaginava que era tão grave assim. Um roubo a cada 9 horas é demais. Escolta para os funcionários dos Correios parece até piada. Agora é motorista e ajudante num carro com os pacotes e outro carro (de escolta) com dois seguranças, afinal, a bandidagem está bem equipada e mandar somente 1 segurança não adianta. Ou seja, 2 carros e 4 pessoas para enviar o seu secador de cabelo de R$100 que você comprou na Internet.

Pergunte agora ao Procon quem deve pagar pelo produto roubado que não foi entregue ao consumidor? É claro que é o empresário. E prepare sua equipe de vendas pois os consumidores vão ligar inconformados porque demoraram para receber o produto. Meus clientes que compram por internet pagam via internet no cartão de crédito hoje e querem receber a mercadoria amanhã. Muito exigentes mesmo.

Após tomar algumas vezes na cabeça e termos cargas roubadas, percebemos a importancia de pagar o seguro sobre todas os pedidos. E não é barato. O desafio das vendas pela internet tem sido o alto custo do frete, pois assim, apenas produtos mais caros ficam viáveis para serem comprados online. Produtos de baixo custo é muito difícil de vender por internet pois o frete pode ficar quase o mesmo preço do produto. Agora que temos que adicionar o valor do seguro, o preço final para o consumidor fica ainda mais caro. Vale lembrar que como este valor de seguro tem que ser embutido na nota fiscal, pagamos imposto também sobre este valor de seguro, pois qualquer valor adicionado na nota fiscal é tributado integralmente. O produto fica com preço absurdo e o cliente não compra, ou seja, as vendas desaparecem e a empresa não prospera. E vai ter sempre aquela uma empresa que tem o preço mais barato que o seu porque não paga o valor do seguro para o Sedex, não emite a nota fiscal direito, não tem nome a zelar no mercado, roubando os clientes de empresas que querem fazer tudo “direitinho”.

É inadmissível que uma empresa de frete como os Correios tenham que gastar dinheiro com segurança. E nós empresários que já pagamos tantos impostos, temos que nos especializar em segurança também. O empresário tem mesmo que entender de tudo para sobreviver: impostos, leis trabalhistas, transporte, segurança… Gastamos tempo aprendendo sobre segurança, ao invés de cuidar do que a empresa faz: vender, motivar funcionários, estudar o mercado.

O famoso custo Brasil aparece novamente. Depois as pessoas se perguntam porque as coisas são tão caras no Brasil e ficam achando que as empresas tem lucros exorbitantes.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-04-08/a-cada-9-horas-sedex-sofre-um-roubo-na-grande-sao-paulo.html