Greves generalizadas causam prejuízos enormes e elevação de custos num país que deixa todos na mão de poucos “monopólios”.

Este mês fui informado de duas greves (Correios e fiscais nos portos) e parei para pensar: já estamos tão acostumados com greves, que não nos damos conta do tamanho do buraco. O Brasil parece ser o país da greve. Sindicatos foras da lei e com poderes demais, crise eterna no Brasil que deixam os trabalhadores eternamente em situações precárias, estrutura péssima que não oferece qualquer alternativa ao empresários ou população. As greves claro que atingem fortemente a população em geral, mas também causam enormes prejuízos às empresas.

Só pra lembrar algumas: caminhoneiros, correios, fiscais da receita federal nos portos, bancários, todos transportes públicos, ministérios do trabalho, aeronautas, entre outras, que afetam todas empresas diretamente. E outras greves que afetam indiretamente: professores, INSS, hospitais, coleta de lixo, etc. Vou comentar apenas alguns:

Caminhoneiros: atraso nas entregas, perda de produtos perecíveis, caos no trânsito, clientes insatisfeitos com atrasos, aumento de custo para buscar alternativas; o Brasil não tem ferrovia nem hidrovia, então não temos alternativas de baixo custo;

Correios: entregas de pedidos, peças para conserto, documentos urgentes (num país com nossa burocracia, isso se torna mais grave), boletos não entregues que faz clientes atrasarem pagamentos. Como os Correios são subsidiados pelo governo, todas as alternativas são muito mais caras (Fedex, UPS, Azul, etc).

Fiscais nos portos: simplesmente bloqueia toda importação no Brasil. A indústria brasileira está quebrada e falida, então o Brasil depende totalmente de produtos importados, seja em peças acabadas, peças ou matérias primas. Mesmo sem receber a importação, somos obrigados a pagar o exportador fora do Brasil. Atrasamos entregas aos clientes sem poder passar qualquer previsão, gerando um efeito em cascata em todos os segmentos imagináveis (desde eletrônicos, farmacêuticos, alimentícios, industriais, etc). Não existe alternativa.

Transporte público: seja metro, ônibus ou trem, representa faltas e atrasos de funcionários. Equipes incompletas atrasam produção, desgastam funcionários que ficam menos produtivos, além do caos geral no transito causando atrasos em entregas, reuniões, visitas, etc. Qualquer alternativa vai fazer você levar o dobro de tempo.

Como podem ver, muitas vezes não temos alternativa, ou quando temos, elas são astronomicamente mais caras. Ocorre aquele caso típico em que os preços finais de todos os produtos ficam mais caros num efeito cascata (com empresas obrigadas a absorver a maior parte do aumento de custos pois dificilmente conseguimos repassar estes custos supresa). O problema é que no Brasil os custos surpresas aparecem sempre de todos os lados, então quem não quiser falir, tem que aumentar a gordura no preço pois não é surpresa para ninguém que sempre vai haver custos aparecendo de supresa.

Sindicato dos Metúrgicos estão exigindo que cada funcionário pague 8% de seu salário. Isso é roubo.

Como se não bastasse os bilhões de reais que os sindicatos recebem por ano do governo, mais o valor de 1 dia de trabalho de cada funcionário e cobrar valores das empresas, agora o Sindicato dos Metalurgicos de São Paulo de nosso amigo Lula se superou na roubalheira.

No mes de fevereiro, todos funcionários deverão pagar uma “contribuição” no valor de 8% de seu salário. Os funcionários tem apenas 10 dias para se opor (sendo que a publicação da convenção coletiva leva semanas para ser entregues).

Conclusão: sindicatos só querem saber de encher os próprios bolsos, roubam das empresas e dos funcionários e do governo.

O funcionário ganha menos, fica sem dinheiro para pagar suas contas e depois vão reclamar que ganham baixos salários. Claro, com o sindicato e governo roubando grande parcela dos salários, nunca vai sobrar nada para os trabalhadores.

O pior é saber que tudo isso que eu escrevi é oficial, tudo documentado.

Nenhum funcionário tem coragem de entrar na justiça contra este roubo por medo de ser boicotado futuramente pelo sindicato, apesar de todos estarem reclamando lá na empresa.

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Empresas são obrigadas a enviar comprovantes do GPS ao sindicatos, que nunca devolvem protocolados.

As empresas são obrigadas a enviar o comprovante de pagamento de GPS para o sindicato dos trabalhadores. Porém no meu caso, o sindicato nunca devolve os comprovantes protocolados, ou seja, se existe uma lei que obriga empresas a fazer isso, deveria ter outra lei obrigando os sindicatos a devolvê-los.

Realmente os sindicatos são um bando de sangue sugas inúteis, que roubam dinheiro dos trabalhadores, ganham fortunas do governo, criam todas as dificuldades para empresas e ficam cheias de demagogias.

http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/gps_sindicato.htm

Transporte público só tem criminoso: sindicalistas ficha-suja, máfia de pseudo-empresários, governadores corruptos

Sempre que o assunto é transporte público, além da péssima qualidade, surgem manchetes deflagrando a corrupção explícita. O sindicato dos motoristas são liderados por fichas-sujas (enriquecimento ilícito sendo a acusação mais leve) e nem mesmo eles se entendem. Todo mundo quer um pedaço do bolo e as eleições viram motivo de guerra com acusações mútuas.

As licitações são sempre manipuladas e beneficiam um grupo de pseudo-empresários. São pseudo-empresários porque eu não chamo eles de empresários. São sim parentes de políticos ou pessoas com rabo preso com políticos. Só ganham alguma coisa na vida pois vivem da corrupção e jogo de influências.

Os governadores fazem vistas grossas e deixam tudo acontecer. Ou como diria o Lula: “não sei de nada”.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-07-11/tumulto-adia-eleicoes-em-sindicato-dos-motoristas-de-onibus-em-sao-paulo.html

Sindicato dos Metalúrgicos serve cachaça aos trabalhadores que entram na sede em São Paulo. Embebedar as pessoas para convencê-las?

Conheci pessoas que visitaram o Sindicato dos Metalúrgicos. Ao chegarem, a primeira coisa que os sindicalistas oferecem é cachaça. Parece que colocam cachaça em todas as salas de reunião com o claro propósito de embebedar as pessoas e deixá-las mais fáceis de serem enganadas, ou melhor, convencidas. Será que essa foi uma herança do Lula que sempre curtiu uma branquinha?

Não tenho coragem (nem tempo) de ir lá pessoalmente conferir este informação, mas quem puder, me confirmem esta história que é absurda e inaceitável.

Tia Augusta está falida! Nestas horas de crise, não existe sindicato nem nada para tentar salvar as empresas !

É com muita tristeza que ouço sobre a suspensão das atividades da Tia Augusta, afinal, ouvia este nome desde minha infância. Nestas horas vemos a injustiça com empreendedores(as) como a Tia Augusta, empresa familiar que com muita luta cresceu e ganhou reconhecimento ao longo dos anos. Empresa no Brasil tem tratamentos opostos quando dão lucro ou quando dão prejuízo.

Abrir uma empresa requer muita dedicação dos donos, investimento e noites sem dormir. Dificilmente uma empresa dá algum lucro antes dos dois anos. Na realidade em dois anos a maioria das empresas fecham no prejuízo. Após alguns anos, a empresa pode começar a se tornar lucrativa. Finalmente todos os anos de dedicação e todos os riscos que o dono da empresa correu, pode render um lucro maior.

Vemos o que acontece com empresas lucrativas: sindicato batendo na porta todo ano para levar uma fatia do bolo, funcionários sempre se julgando vítimas dos patrões exploradores, leis trabalhistas complexas, impostos super pesados, código de defesa do consumidor, etc. Qualquer decisão judicial ou multa vira uma fortuna, já que empresa lucrativa sempre pode pagar mais.

Vejamos agora a situação de uma empresa falida. Não existe nenhum sindicato para negociar e tentar reerguer a empresa. Será que flexibilizar alguns direitos trabalhistas não poderiam ajudar a empresa a reerguer e não precisar demitir dezenas ou centenas de funcionários??? Afinal, uma falência também representa demissões em massa e trabalhadores na rua.

Vejo muitos consumidores revoltados em perder seus pacotes de viagens já pagos. Entra o PROCON e fica falando dos direitos do consumidor como se a Tia Augusta tivesse falido por alguma ação desonesta dos sócios. Ouço vários advogados falando dos direitos trabalhistas.

Na hora da falência, todo mundo fica atirando pedra como se a falência fosse uma coisa maldosamente planejada. As pessoas esquecem que não foi escolha da Tia Augusta decretar falência.

Acho interessante pensar também sobre as imensas verbas rescisorias trabalhistas. É uma dívida para empresa que ninguem sabe dizer o tamanho. Só descobrimos quando precisamos mandar um funcionário embora. Ou seja, quando uma empresa começa a ficar mal das pernas e precisa reduzir custos e ficar mais enxuta, é praticamente impossível demitir já que o custo de demissão é muito alto. Vira um círculo vicioso: a folha de pagamento está alta mas não tem dinheiro para demitir;

Os clientes estão certos em reclamar e os funcionários exigirem seus direitos, mas o governo (que sempre foi o maior sócio da empresa retirando mais do que o dono de fato) deveria oferecer um financiamento especial, benefícios de impostos, isenções. Afinal uma empresa que funcionou por décadas, virou referencia no mercado, realizou sonhos de viagem de muitos, pagou muitos impostos e empregou muita gente deveria ter alguma mão amiga para ajudar nestas horas.

Todos gostam de dizer “exijo meus direitos”… existem os direitos trabalhistas, direitos do consumidor, mas não existe os direitos do empregador !!

A General Motors, assim como qualquer empresa privada, não pode ser proibida de demitir funcionários

Mais uma vez recebemos a notícia que uma grande empresa está fazendo demissões em massa: desta vez foi a GM (General Motors). Esta é indiscutivelmente uma notícia terrível para muitas pessoas que vão perder seus empregos. Agora terão que correr atrás de outro emprego. Para variar, o sindicato já está querendo mandar mais do que os donos da empresa e está recorrendo até a Dilma para impedir as demissões.

O sindicato dos trabalhadores realmente devem se preocupar em manter condições dignas de trabalho para todos, mas não podem interferir na dinâmica do mercado. Agora, se muitas empresas grandes estão fazendo demissões em massa, o problema não está nas empresas, e sim na política do governo que não cria um ambiente favorável para crescer a economia e os diversos fatores envolvidos. Em condições de economia normal, esses funcionários demitidos encontrarão emprego em outras empresas… afinal, o Brasil não se resume apenas a GM.

As pessoas esquecem que as empresas privadas visam o lucro… não são entidades filantrópicas. E quem acha que empresário ganha muito, então que abra sua própria empresa e depois nos falamos de novo (não espere ter o lucro da GM já no primeiro ano, mas se em 30 anos sua empresa estiver grande, tenho certeza que vai querer colher os frutos do seu esforço). Já li também muitas pessoas sugerindo que todos paremos de comprar carros zero, e comprar apenas carros usados para “protestar” e forçá-los a reduzir os preços dos carros. Essas pessoas burras não imaginam que se as pessoas pararem de comprar carros zero-km, na realidade as fábricas não vão reduzir os preços, e sim demitir mais funcionários pois cairão muito as vendas. E não descarto que elas simplesmente quebrem, assim como vem ocorrendo com muitas montadoras ao redor do mundo.

Sempre ouço pessoas indignadas dizendo (sem nunca terem trabalhado em uma fábrica de carros) que as margens de lucro das montadoras são muito altas. Não sou do mercado automobilístico, mas imagino que estas margens não tem como serem altas, afinal temos hoje grande concorrência, inúmeras fábricas no Brasil e concorrentes de vários países, incluindo Coréia e China.

Finalizo dizendo que, exceto quando existe monopólio, quem manda nos preços, margens de lucro, volumes de produção é o mercado. Hoje para qualquer produto, existem dezenas ou centenas de empresas concorrendo junto. Se existe algum produto com margem alta de lucro, pode ter certeza que em poucos meses outras pessoas e empresas vão perceber isso e migrar para este novo mercado, equilibrando novamente o mercado e reduzindo as margens de lucro, até que surja um novo produto lucrativo… e por ai vai. Por isso dizemos que o mercado é dinâmico. Esse ano a GM pode bater recorde de vendas e contratar vários empregados, mas nos anos seguintes cair rapidamente e demitir. Não adianta sindicato querer interferir nesta dinâmica…. quem manda é o mercado e o governo é única força capaz de interferir nisso.