Tia Augusta está falida! Nestas horas de crise, não existe sindicato nem nada para tentar salvar as empresas !

É com muita tristeza que ouço sobre a suspensão das atividades da Tia Augusta, afinal, ouvia este nome desde minha infância. Nestas horas vemos a injustiça com empreendedores(as) como a Tia Augusta, empresa familiar que com muita luta cresceu e ganhou reconhecimento ao longo dos anos. Empresa no Brasil tem tratamentos opostos quando dão lucro ou quando dão prejuízo.

Abrir uma empresa requer muita dedicação dos donos, investimento e noites sem dormir. Dificilmente uma empresa dá algum lucro antes dos dois anos. Na realidade em dois anos a maioria das empresas fecham no prejuízo. Após alguns anos, a empresa pode começar a se tornar lucrativa. Finalmente todos os anos de dedicação e todos os riscos que o dono da empresa correu, pode render um lucro maior.

Vemos o que acontece com empresas lucrativas: sindicato batendo na porta todo ano para levar uma fatia do bolo, funcionários sempre se julgando vítimas dos patrões exploradores, leis trabalhistas complexas, impostos super pesados, código de defesa do consumidor, etc. Qualquer decisão judicial ou multa vira uma fortuna, já que empresa lucrativa sempre pode pagar mais.

Vejamos agora a situação de uma empresa falida. Não existe nenhum sindicato para negociar e tentar reerguer a empresa. Será que flexibilizar alguns direitos trabalhistas não poderiam ajudar a empresa a reerguer e não precisar demitir dezenas ou centenas de funcionários??? Afinal, uma falência também representa demissões em massa e trabalhadores na rua.

Vejo muitos consumidores revoltados em perder seus pacotes de viagens já pagos. Entra o PROCON e fica falando dos direitos do consumidor como se a Tia Augusta tivesse falido por alguma ação desonesta dos sócios. Ouço vários advogados falando dos direitos trabalhistas.

Na hora da falência, todo mundo fica atirando pedra como se a falência fosse uma coisa maldosamente planejada. As pessoas esquecem que não foi escolha da Tia Augusta decretar falência.

Acho interessante pensar também sobre as imensas verbas rescisorias trabalhistas. É uma dívida para empresa que ninguem sabe dizer o tamanho. Só descobrimos quando precisamos mandar um funcionário embora. Ou seja, quando uma empresa começa a ficar mal das pernas e precisa reduzir custos e ficar mais enxuta, é praticamente impossível demitir já que o custo de demissão é muito alto. Vira um círculo vicioso: a folha de pagamento está alta mas não tem dinheiro para demitir;

Os clientes estão certos em reclamar e os funcionários exigirem seus direitos, mas o governo (que sempre foi o maior sócio da empresa retirando mais do que o dono de fato) deveria oferecer um financiamento especial, benefícios de impostos, isenções. Afinal uma empresa que funcionou por décadas, virou referencia no mercado, realizou sonhos de viagem de muitos, pagou muitos impostos e empregou muita gente deveria ter alguma mão amiga para ajudar nestas horas.

Todos gostam de dizer “exijo meus direitos”… existem os direitos trabalhistas, direitos do consumidor, mas não existe os direitos do empregador !!

Cadê a lógica em pagar Caixinha de Natal se o 13o. Salário cumpre exatamente esta função??

Chega a época de Natal e começa aquela obrigação de dar a caixinha de Natal. Tudo existe uma lógica que deve ser pensada, caso contrário, todo mundo vai achar que merece. Eu também quero.

No meu condomínio, temos funcionários que já ganham o décimo terceiro salário e assim como muitos, pedem ou exigem a caixinha de Natal. A justificativa é para ter um final de ano mais “gordo”. O décimo terceiro salário surgiu exatamente deste hábito, portanto, o décimo terceiro salário nada mais é do que uma caixinha de Natal que virou lei. Portanto, não vejo sentido em dar um décimo quarto salário para quem já ganha o décimo terceiro.

Estou muito acostumado em ouvir que qualquer valor que se paga a um funcionário é caracterizado salário, e por isso, nenhuma empresa deve pagar nada por fora, senão o funcionário vai na justiça e pede todos os “extras” sobre este pagamento, ou seja, 13o salario, férias mais 1/3, FGTS, DSR, etc. Meu medo é criar uma lei do 14o saláro já que a caixinha de Natal é uma habitualidade… e mesmo criando o décimo quarto, todos continuarão pedindo a caixinha de Natal.

Portanto, todos aqueles que recebem 13o Salário não deveriam pedir caixinha. Por outro lado, existem profissionais liberais como as manicures que não recebem nada a mais no final do ano. Essas sim merecem o extra.

E quando os Correios entram em greve??? Devo pagar a caixinha mesmo assim pro carteiro?

Pensando de outra forma, se eu vou na padaria todos os dias e pago o sustento de todo mundo lá, eu como cliente que deveria ser premiado. Eu gasto todo meu dinheiro lá, sou cliente fiel e ainda tenho que gastar mais no final do ano??

Minha faxineira já ganhou o 13o salário… devo ainda assim gastar mais? No meu caso, eu acabei dando uma pequena cesta de Natal. E o leitor da Eletropaulo… o que eu tenho a ver com isso?? Qual serviço ele me presta?

Espero que as pessoas não sejam vingativas contra quem não paga caixinha, pois afinal, vingança não faz parte do espírito de Natal.

Reintegração dos 850 demitidos da Gol/Webjet não faz sentido.

Estão alegando que não houve negociação prévia com o Sindicato para a demissão dos 850 demitidos da Webjet. Se o Sindicato se propuser a pagar os salários destes demitidos, eu tenho certeza que a Webjet recontrata. Para que consultar o Sindicato, se todos já sabem que eles farão de tudo para impedir as demissões? O dinheiro referente a estes salários vão sair do bolso da empresa, portanto qualquer empresa privada deve ter o direito de pagar quem deseja, ou demitir se achar melhor. Empresas privadas não precisam dar justificativa nenhuma sobre qualquer demissão. Sendo empresa a beira da falência ou muito lucrativa, a empresa tem que ser livre para demitir e contratar quando bem entender.

A CLT e o governo já impõe diversas verbas rescisórias para proteger os empregados demitidos. Pagando todas estas verbas, a empresa não fica devendo nada para ninguém.

Quando uma empresa vai a falência, não tem governo nem sindicato nem porra nenhuma para ir pagar as contas. Os impostos no Brasil já são os mais altos do mundo. Então nada mais justo do que empresas privadas terem o direito de escolher onde quer gastar seu dinheiro.

A demissão em massa é sem dúvida algo complicado para todas estas famílias, mas é função do governo sustentar estes recém desempregados. Por que não libera uma verba para aumentar o seguro desemprego nestes casos??

Empresas públicas ou privadas precisam de liberdade e autonomia para permanecerem competitivas. Afinal, vivemos num mundo que prega a livre concorrência, ou seja, dezenas de concorrentes sempre pensando como ganhar mercado e devorar os concorrentes.

Como vai ficar o clima, a produtividade e a situação psicológica de todos estas pessoas que estão sendo admitidas a força?? Vão ficar apenas esperando serem mandadas embora de novo?? Terão alguma tarefa lá dentro?

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/12/18/justica-do-trabalho-da-oito-dias-para-a-gol-recontratar-demitidos-da-webjet.jhtm

Exame Antidoping para os funcionários: direito do empregador!!

Li a matéria dizendo que cada vez mais as empresas estão fazendo exames antidoping em seus funcionários (tanto de rotina como na admissão). Sempre existe moralistas teóricos que dizem que trata-se de invasão de privacidade ou anti-ético, ou mesmo sindicalistas que agem igual mãe de presidiário (o filho que está na cadeia é sempre um anjo). Num mundo cheio de falsos moralismos em que qualquer comentário já vira “preconceito”, digo que a empresa deve ter sim o direito de mandar embora ou deixar de contratar pessoas que usam substâncias ilícitas (drogas). Não é a toa que as drogas são ilícitas e geram improdutividade, alterações de humor e alterações de desempenho e relacionamento. Pode até não causar tudo isso ou variar de acordo com cada pessoa, mas não será dentro da minha empresa que vou aprender. Hoje ela pode ser produtiva, mas amanhã ninguém sabe até onde isso pode parar.

Se chegar bêbado ao trabalho não é aceitável, o mesmo funciona para drogas. Não temos como saber se ele é usuário ou traficante. E mesmo para aqueles que defendem que o alcoolismo ou uso de drogas é doença, eu digo que uma empresa não tem que arcar com custos de saúde pública. Saúde pública e tratamento é com o governo. Já pagamos impostos demais para arcarmos com mais estes custos. Tire licença da empresa pelo INSS e faça seu tratamento.

Uma última pergunta: você empregaria uma pessoa para trabalhar todos os dias na sua casa, sabendo que ela é usuária de drogas??? A minha resposta é não, e considero minha empresa como se fosse minha casa… quero ambiente familiar!!! Cada indivíduo tem que se responsabilizar pelos seus atos, e se usar certas drogas é  socialmente aceito, ainda é contra a lei.

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1197665-dobra-o-numero-de-empresas-que-exigem-antidoping-aos-funcionarios.shtml

 

Combustível de avião também o mais caro do mundo??? Tudo no Brasil é o mais caro do mundo !!

Não é possível que no Brasil tudo seja o mais caro do mundo !?!?! Ou é o mais caro ou é o pior ! Estou falando de itens básicos para a população e principalmente itens da base da economia que afeta o desenvolvimento de todas as empresas e também do país. A materia abaixo diz que o custo de combustível de avião (querosene) custa R$ 2,65 no Brasil e R$1,85 na Argentina. O preço nos EUA é 40% mais baixo e ficamos atrás mesmo de países em guerra como o Afeganistão, que em teoria são situações caóticas ao extremo.

Ou seja, em coisas que eu nunca imaginei (ou nunca lembrei), o Brasil também está atrás no ranking mundial.

Só para lembrar, estamos em penultimo em ranking de educação, eletricidade mais cara do mundo, aeroportos subdimensionados, pouco metro…

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1197389-combustivel-faz-voo-para-nordeste-ficar-mais-caro-do-que-para-argentina.shtml

Indústria pede que Dilma facilite contratação de estrangeiros. Eles enfrentam Xenofobia?

Lembro bem na minha época de escola e colégio que aprendi o termo “Xenofobia”. Naquela época, muitos brasileiros sonhavam em morar fora do Brasil e tentavam a sorte cruzando fronteiras para tentar emprego e moradia, na maioria, pessoas com pouca qualificação e de maneira ilegal. Ainda hoje isto existe um pouco, mas muitas destas pessoas estão voltando ou pensando duas vezes devido a alta taxa de desemprego na Europa e EUA.

Agora ocorre o contrário… os estrangeiros querendo vir morar no Brasil. Sempre reclamei que a educação no Brasil sendo uma porcaria há decadas, é claro que nossa mão de obra é pouco qualificada… faltam técnicos, engenheiros, médicos, etc. Temos uma maioria de ajudantes gerais e poucos profissionais formados que não sejam analfabetos funcionais.

Por isso, a indústria está precisando muito de mão de obra qualificada para fazer o Brasil crescer mais e permitir que as empresas possam desenvolver e criar melhor. Não interessa haitianos que chegam como refugiados… estes a Dilma está acolhendo… mão de obra desqualificada já temos o suficiente e irá apenas criar desempregados brasileiros.

Brasileiro sempre gostou de dizer que somos um povo acolhedor e que muitos países são avessos a imigrantes brasileiros. Quero ver agora se o Brasileiro realmente é acolhedor ou irá assumir a mesma postura de outros países. Brasileiro é ou não xenófobo?? Espero que não.

http://economia.ig.com.br/empresas/industria/2012-12-05/cni-pede-ao-governo-para-facilitar-entrada-de-estrangeiros.html

Meia entrada para estudantes: quem paga a conta disso?

Sempre falo que o governo cobra impostos exorbitantes (maiores do mundo) sem oferecer nada em troca. As empresas vivem enforcadas e qualquer atraso nos pagamentos, as multas não são baixas. O pior é pagar um monte de imposto e ainda ter que pagar uma conta ainda maior para suprir as deficiências do governo. A saúde no Brasil é uma merda, por isso as empresas devem oferecer plano de saúde aos funcionários. A educação é a pior do mundo: lá vai a empresa pagando cursos ou investindo em treinamentos intermináveis. Transporte caro e ineficiente: as empresas são as que pagam o vale transporte e convivem com fretes caríssimos. Doação de sangue e convocação para eleições: folga de um dia e prejuízo na produção da empresa. Posso ficar aqui horas listando outros exemplos.

A meia entrada em shows, cinema, teatro, entre outros é uma conta que quem paga é o empresário. Apoio todo e qualquer benefício que traga maior segurança e bem estar para a população, mas esta conta quem deve pagar é o governo, e não os empresários que já pagam muitas contas. Porque o governo não pode reembolsar as empresas neste caso ou abater de outros impostos?

Como o Brasil é o país do trambique, da vantagem, da pilantragem, do espertão, todo mundo falsifica carteiras de estudantes. Resultado: os preços dos shows ficam duas vezes mais caro para compensar a perda. O empresário ou o ator de teatro não tem como prever se as vendas para estudantes vão representar 10% ou 50% ou 100%… ou seja, como calcular o preço que será oferecido nos caixas? Com o preço caro, menos pessoas comparecem, ou apenas os estudantes acabam comparecendo. Os honestos pagam valores absurdos ou simplesmente não vão.

Como a meia entrada é LEI, todo mundo cai matando em cima de empresas que tentam ser rígidas sobre apresentação de documentos. É gente fazendo escândalo nos caixas, é PROCON elaborando artigos dizendo que este foi um grande direito conquistado. Parece até sindicalista falando da antiquada CLT.

Quando o governo vai assumir as contas sobre as leis protecionistas que cria??